domingo, 1 de março de 2015

"Nova" Resenha DKM


A primeira resenha referente ao segundo volume do Diário de Kalyn foi disponibilizada no final de dezembro de 2014.
Postei o link em local apropriado, mas esqueci de divulgar na página principal do blog. Falha minha, claro.

A divisão do livro em dois volumes é uma exclusividade da versão impressa, sendo que a digital dispõe de todo o conteúdo da história em volume único, disponível para Kindle e Kobo.

Muita coisa acontece na segunda metade da história, mas muita coisa MESMO. Vale a pena conferir.

Segue o link para a resenha:

Thaís Tiemi Yamasaki - Blog: Magia das letras

"Amei o desfecho e achei-o extremamente criativo e fora dos clichês atuais. Suuuper recomendo!"


Para conferir outras resenhas do livro, basta clicar no respectivo campo localizado no menu ao lado.



Leitores entenderão...


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Versão digital agora completa

Um ano após a publicação do primeiro volume do Diário de Kalyn, informo que o arquivo da versão digital na Amazon foi alterado de forma a transformar o produto original em volume único.

Quem comprou o primeiro volume em sua versão digital, ganhou o direito de receber o novo arquivo com o restante da obra sem pagar nada a mais com isso.

Gostaria de agradecer a todos que acreditaram nesse árduo, mas gratificante projeto. O livro digital já está a venda em sua versão completa. Para adquirir, basta acessar a loja on-line no menu ao lado, ou clicando diretamente aqui:

http://www.amazon.com.br/Di%C3%A1rio-Kalyn-Maedro-R%C3%B4mulo-Barbosa-ebook/dp/B00GIA5DH6/ref=zg_bs_7841785011_8

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Mochila Literária 2014

Olá pessoal,

Informo que estarei participando do evento Mochila Literária 2014 em Recife, neste dia 01/11/2014, no auditório da livraria Saraiva do Shopping Rio Mar.

O Diário de Kalyn estará disponível por um preço especial, apenas para frequentadores do evento.

Para mais informações, clique aqui.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Atualizações na página do Facebook?




E cadê as atualizações na página do Fecabook?

Pois é. O Fecabook está cavando a sua própria cova ao simplesmente impedir que os usuários visualizem as atualizações de páginas de proprietários que não compram os pacotes de publicidade. E somando isso ao fato de que muitos acreditam que o pagamento destes pacotes não garante publicidade, a coisa fica muito pior.



A verdade é que, a visualização dos posts em minha página do Fecabook não chegam perto do que recebo aqui no Blog. Ainda mais sabendo que boa parte das visualizações do contador de lá, são de pessoas que não estão interessadas em meu livro, conforme explicado no vídeo acima.

Logo, acabo trazendo novos conteúdos exclusivamente para o blog. É uma pena, lembrando que o Diário de Kalyn começou como um livro eletrônico com postagens na linha do tempo do Fecabook, e tinha como subtítulo "Face E-book".

Depois que o livro foi publicado, passei a usar a página para postar detalhamentos e curiosidades, muitas das quais não estavam presentes no livro, mas que serviam de extra para leitores que quisessem saber um pouco mais. Tudo idealizado exclusivamente para aquele espaço, mas de que adianta ter tanto trabalho para criar um conteúdo que ninguém vai ver?

Ainda tenho planos para postagens na página do Fecabook, mas por enquanto, estou concentrado no Blog.

Se há alguma rede social que irá derrubar esta tanto mencionada? Seu nome é Google +

terça-feira, 20 de maio de 2014

Do que se trata, O Diário de Kalyn?

Já ouviu falar deste livro? Não?


Kalyn: Por Leo Tatarana

Pois várias pessoas já adquiriram, e têm muito o que falar a respeito.
A obra está sendo uma verdadeira surpresa para todos os que foleiam suas páginas. Isso porque se trata de um livro planejado para trazer algo novo ao leitor.


Começando pelo gênero, que é ficção científica. Este pouco explorado em obras voltadas para o público em geral, que normalmente são acometidas de narrativa complicada e inúmeros clichês.

O Diário de Kalyn já vai na contra-mão de tudo isso, trazendo o maravilhoso cenário da ficção científica, não apenas para os fãs do gênero, mas para os amantes da literatura fantástica em geral. Principalmente aqueles que já estão cheios de tantos vampiros, lobisomens, fadas, bruxos, zumbis, elfos, dragões e todos os temas populares que já foram tão explorados que nem mesmo os fãs, querem saber de novos lançamentos.

E mesmo dentro da ficção científica, O Diário de Kalyn se caracteriza por ser um livro que deixa de lado os esteriótipos e clichês das obras americanas das décadas de 80 e 90.


Exemplo:

Se a aventura é no espaço, o protagonista provavelmente é o capitão de uma nave, ou no mínimo, militar. E a trama muito provavelmente estará baseada em uma luta contra alienígenas que desejam dominar a raça humana.






Acho que deu pra resumir a maioria dos livros do gênero, ambientados no espaço.

O Diário de Kalyn está ambientado em uma nave espacial que cruza o universo em busca da terra prometida, para que sua tripulação possa estabelecer uma nova civilização.
Sendo originária de um número muito pequeno de indivíduos, esta sociedade faz uso da clonagem para trazer de volta, os seus mortos. E cada nova criança é considerada a continuação da vida do ente que se foi, assim, recebem o mesmo nome, tratamento e profissão.

Como as memórias não são herdadas após a clonagem, todos fazem uso de diários para transferir suas experiências para as vidas posteriores.
O livro é o Diário de Kalyn, em sua terceira geração, desde sua matriz original. Ela acaba de entrar para a faculdade de medicina, e ao receber o diário de sua vida anterior, percebe que as informações estão muito confusas, assim, parte em uma busca para saber mais sobre o seu passado, enquanto enfrenta diversos novos desafios.

Este é um livro que mescla seus elementos de trama, cenário e narrativa, pois o diário da protagonista faz parte do universo da estória assim como, é fundamental para o andamento da trama, e como se não bastasse, constitui também, a estrutura narrativa do romance.
Tudo isso torna O Diário de Kalyn, altamente recomendado para quem procura uma experiência literária diferente, e principalmente, para aqueles que buscam sua primeira leitura.

Gostou?

Para comprar, basta clicar em Loja On-line. No menu ao lado.
Quer ler algumas resenhas? Basta clicar também.
Para saber mais sobre o livro, leia outras postagens a respeito, bastando clicar no marcador do Diário de Kalyn.

Lembrando que muito do que consta publicado aqui, refere-se a detalhamentos e curiosidades não presentes no livro, mas que aqui estão postados para aqueles leitores interessados em algo mais.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Crítica: Terra Nova

Alguém lembra da série de ficção científica, Terra Nova?


Wikipedia (Terra Nova)

Pois é. Logo quando soube que haveria uma série contendo dinossauros, e com a participação de Spielberg, pensei: "Vem coisa boa aí."

Ela estreou no final de 2011, porém, não consegui passar do quarto episódio. Não gostei dos personagens e dos temas apresentados.
Adoraria que a série desse um foco maior na construção de cenário, no sentido de mostrar o funcionamento da colônia e tudo mais. É claro que essa construção deve ser alinhada ao que a trama pede. E como o foco era nas tramas individuais dos integrantes da família Shanon, e nenhum deles parecia interessado no funcionamento da colônia, foi algo que simplesmente passou batido.


E o que falar da estória até onde vi?

Acontece uma ou outra coisa, dividindo espaço com namoricos e frescurites. Os filhos do casal possuem a palavra "Clichê" carimbada em suas testas em todas as línguas possíveis. Com exceção da mais nova, que foi responsável pela grande problemática apresentada no primeiro episódio, e que depois disso, não prestou mais pra nada. Não quero dizer que uma personagem daquela idade seja realmente desinteressante no tipo de universo apresentado. De fato, é difícil encaixar, mas pra tudo tem um jeito.

O problema é quando juntam estes elementos com uma péssima atriz, aí fode tudo mesmo.

E o filho mais velho? Deixou sua namorada na terra velha, conheceu uma garota na terra nova, a química rolou de forma extremamente rápida e forçada, e depois ele ficou dividido entre o antigo e o novo amor. É sério isso? Com tanta coisa legal para explorar naquele universo, eles fizeram uma merda dessas?

Tinha muito mais coisas para falar, porém, assisti a estes quatro episódios há bastante tempo, e sequer lembro dos detalhes. Mas pra mim, Terra Nova é um ótimo exemplo de como se deve fazer para pegar um universo interessante e cagar completamente a um custo de milhões e milhões de dólares.


Isso é uma crítica? Não.
Na verdade eu só fiz esta postagem para expor um link de uma crítica que encontrei na internet, pois me peguei pensando o que teria acontecido com esta série, e ao pesquisar na internet, descobri que ela foi CANCELADA pela FOX. Ou seja, é um lixo mesmo, e não recomendo.

Segue o link:


domingo, 23 de março de 2014

Boas estórias sempre darão bons livros?


      Dias antes desta postagem, conversava com um amigo escritor, informando que em um dos meus livros, colocaria uma referência direta a um game que possui quase vinte anos de lançamento. E que esta homenagem levaria meus leitores a conhecer a grande estória daquele título (que ninguém conhece ou lembra), bem como, me levaria a ser processado pelos detentores de direitos autorais.

E que game é esse?

ChronoMaster



Os detalhes da homenagem não importam. Vamos falar sobre a estória do jogo.

O protagonista, Rene Korda, é um especialista em terraformação e criação dos chamados Pocket Universes, ou traduzindo literalmente, "Universos de Bolso". Ele está aposentado, mas recebe um pedido de ajuda para tentar solucionar um grande mistério, pois dois destes Pocket Universes foram "hackeados" e se encontram estáticos, ou seja, com o tempo paralisado.
Uma enorme quantia é oferecida para restaurar o tempo destes universos, além da captura do responsável por esta atrocidade.

Korda não está interessado no dinheiro, porém, aceita a missão só para saber quem foi capaz de paralisar o tempo de dois universos, sem autorização ou dados técnicos oriundos de seus respectivos criadores. Mas é claro que não dispensa o cheque com o pagamento.

Mais informações em:

Esse jogo tem uma estória FODA, escrita pelo Roger Zelazny, quem infelizmente faleceu durante a produção do game, rendendo uma bela homenagem na tela de abertura.
É de se imaginar que uma bela estória resulte em um livro realmente muito bom. E em pesquisas, fiquei sabendo que a co-autora, Jane Lindskolds, publicou o livro contendo a estória do jogo, que possui tímidos comentários que dividem opiniões:

Livro na Amazon Americana:

Já no Google Books, há apenas um taxativo comentário, que diz:

"I was disappointed-this was a really boring book, I'd expected better from Lindskold."

Segue link:

Não cheguei a ler este livro, mas confesso que fiquei bem decepcionado ao saber que o trabalho passou muito longe de qualquer reconhecimento à altura da estória até então, conhecida no game. O que leva a crer que neste caso, uma boa estória não resultou em um bom livro. Claro que teria de ler para me certificar, porém, não me animei para tal.



      Aproveitando agora, para falar de uma experiência pessoal, que é claro, refere-se a uma estória que li, ou pelo menos, tentei ler.

Outpost 2



      Outpost 2, retrata os acontecimentos em uma "colônia" espacial, composta por remanescentes da raça humana, após a destruição da Terra. O planeta que habitam é bastante inóspito, e os colonos se dividem em dois grupos que defendem a terraformação ou a adaptação por uso da tecnologia. A briga fica feia, até que resolvem se separar, dando origem a duas cidades: Eden e Plymouth.

Eden busca melhorar as condições de vida do planeta, usando avançada engenharia genética para criar um organismo capaz de liberar oxigênio na atmosfera, ou qualquer coisa do tipo. Contudo, um acidente em um dos seus laboratórios libera uma espécie de vírus que passa a devorar tudo o que encontra pela frente, e a consumir o planeta inteiro. Não há alternativa, a não ser mudar a cidade de lugar, enquanto foge do avanço desta nova ameaça, para posteriormente, fugir do planeta.

Plymouth fica sabendo deste acidente e faz os seus planos para também deixar para trás, o seu então lar. Contudo, para construir uma nova nave espacial, é preciso recolher peças da Conestoga, o então aparelho que usaram para fugir da Terra, e que se espatifou na superfície deste planeta.
A disputa por estas peças, somada a antigos desentendimentos entre as duas nações, os levam a travar uma verdadeira guerra, para definir quem terá o direito de sobreviver. Daí o sub-título "Divided Destiny".

O plot é realmente muito bom, mas antes de falar sobre a minha experiência ao ler, quero voltar um pouco mais no tempo, e comentar sobre...

Outpost 1



      O primeiro jogo foi lançado para aproveitar aquela onda de jogos de simulação e construção da década de 90, impulsionada por SimCity, só que o seu objetivo seria construir uma colônia espacial. Embora não tenha chegado aos pés do então jogo da Maxis, Outpost me chamou a atenção por ser ficção científica.
O problema é que a estória se resumia a contar que você faz parte de sobreviventes de uma catástrofe na Terra e pronto. Construa a sua nova civilização.

É importante mencionar que, jogando Outpost, vi a necessidade de criar uma estória dentro de um universo parecido, assim em 1998, escrevi Kasye. O meu primeiro romance de ficção científica, que contava a estória de um policial aposentado da colônia e uma jovem estudante, que fazia parte da primeira geração dos que nasceram neste novo planeta. Seu nome? Kalyn.

Claro que este livro nunca foi publicado, e em mais de dez anos de formatação de computadores, o arquivo foi perdido, contudo, a estória permanece viva na memória, para uma reescrita e melhorias dignos de 15 anos de experiência.
Lembrando que, O Diário de Kalyn é uma continuação de Kasye, porém, a Kalyn de Kasye é na verdade, a avó da Kalyn do Maedro, que compartilham o nome por ter os mesmos olhos distintos.


Voltando para Outpost 2...

      Ao saber que o segundo jogo teria uma estória, fiquei louco, afinal, a ausência de uma trama no primeiro game me motivara a escrever um livro. E fiquei curioso pelo que estaria por vir.
A trama foi escrita por J. Steven York, e retrata a vida de dois personagens, Axen Moon de Eden e Emma Burke de Plymouth, que foram amigos de infância e posteriormente, amantes.
É interessante porque cada capítulo do game é aberto com um capítulo do livro, onde você acompanha uma trama dentro da colônia, para em seguida, realmente jogar, administrando uma situação global.

O problema é que quando você está jogando, não quer parar para ler um monte de páginas contendo informações que não irão te ajudar em nada no desenvolvimento do jogo. Você acaba passando tudo rapidamente para jogar a próxima fase. Mas é claro, voltando para ler, depois de zerar.

Ao realmente pegar a leitura, percebi que o livro foi escrito de forma a tornar irrelevante, a existência do game, pois faz toda a construção de ambientação e cenários que você acabou de ver, ao vivo e a cores. E a lentidão com a qual a trama evolui, torna a leitura extremamente "boring". Eu achei o livro bem ruinzinho, e não cheguei a ir longe, justamente por conter aqueles velhos elementos narrativos que eu tanto critico na ficção científica.

O pior de tudo, é que autores nacionais do gênero, se espelham no estilo dessas obras das décadas de 80 e 90 para escrever os seus livros, copiando algo que para mim, já não prestava, e fodendo tudo de vez.

Aqui Jaz a Ficção Científica! Será?

Em resumo, ter boas estórias definitivamente não significa, ter bons livros. A Fantasia Medieval é muito mais popular porque seus autores souberam levar as boas estórias para o público. Algo que os autores de Ficção Científica talvez levem, ainda, muito mais tempo para aprender.

Quem me conhece sabe, que sou um leitor extremamente chato. Resolvendo escrever o que acredito ser uma ficção científica voltada para o público em geral. Surgindo então, o livro que ilustra este blog.